Reformas emergenciais promovidas em 19 escolas da rede municipal - Relatório com problemas encontrad


Com cerca de R$ 150 mil, a Secretaria de Educação promoveu reformas emergenciais em 19 escolas da rede municipal em sete meses. A quantidade de unidades com problemas – em especial as que foram reformadas entre 2015 e 2016 e que precisaram de mais reparos em tão pouco tempo – estão em um relatório entregue ao Ministério Público. Das 186 unidades da rede outras 45 também precisam de melhorias. Uma escola inteira, no Independência, teve de ser transferida para outra unidade, por total conta das péssimas condições do prédio. No Bingen, um Centro de Educação Infantil foi transferido porque a Defesa Civil interditou o prédio.

A prefeitura também abriu uma frente de obras para reparos emergenciais. Cinquenta escolas já receberam reparos e outras 18 tiveram obras mais aprofundadas. Outras 11 escolas têm orçamento já realizado para iniciar os trabalhos.

Vazamentos, problemas nas redes de eletricidade, pinturas e necessidade de adaptações dos espaços. Esses foram alguns dos problemas encontrados nas escolas. No Bingen, o Centro de Educação Infantil São João Batista também precisou ser transferido. A casa própria estava com rachaduras e foi interditada pela Defesa Civil. Um outro espaço bem próximo foi alugado para que a creche não deixasse de funcionar. No Independência, a Escola Professora Ernestina Francioni, teve de mudar e endereço e os 199 alunos agora são atendidos no prédio da Escola Municipal Alto Independência.

“Além do MP também enviamos dados à Defensoria Pública. Estamos detalhando também o tamanho do nosso desafio. A rede tem cerca de 42 mil alunos e é a maior rede da região serrana. As melhorias são necessárias para garantir ensino de qualidade”, aponta Anderson Juliano.


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