Sete coletoras foram queimadas em ato de vandalismo, uma delas perto de um veículo no Humberto Rovig


Ao contrário do final do ano quando a população – por crise na coleta – passou a queimar lixo, este caso é considerado de vandalismo, visto que no bairro a coleta é regular, sem acúmulo de lixo. A normalização da coleta é verificada em toda a cidade desde janeiro.

Sete coletoras de lixo foram incendiadas em ato de vandalismo no Humberto Rovigatti, no Samambaia. O problema foi identificado pelos funcionários da Força Ambiental que iriam fazer o recolhimento do lixo nesse domingo (10.09). Algumas delas foram parcialmente destruídas, enquanto outras ficaram completamente em cinzas. O problema é o mesmo que aconteceu entre maio e junho, mas dessa vez, por pouco, a situação não foi ainda pior: uma das coletoras incendiada atingiu a parte de trás de um veículo que estava perto da lixeira e ele foi parcialmente destruído.

“Esse carro poderia ter gás e ter acontecido uma explosão, tornando a situação ainda mais grave. A Força Ambiental já fez o registro na delegacia e nós vamos acompanhar o caso de perto para que o responsável seja identificado e penalizado de acordo com a lei”, disse o secretário de Serviços, Segurança e Ordem Pública, Djalma Januzzi.

Após o registro na delegacia, a investigação vai buscar imagens de câmeras de segurança que possam ter registrado a ação para identificar o responsável pelo ato de vandalismo. Quem danificou as coletoras pode ser condenado a até seis de cadeia mais multa, como prevê o artigo 163 do Código Penal. A pena pode aumentar em três anos por se tratar de dano a patrimônio público.

Enquanto isso, para que não haja prejuízo na coleta, a empresa vai intensificar o recolhimento até que sejam feitas as reposições. Todos os caminhões que passem pelo local estão orientados a parar e fazer o recolhimento, mesmo que não esteja na rota original da equipe de coleta.

Esse mesmo problema foi registrado também entre maio e junho, quando cinco coletoras de lixo foram danificadas e outras duas furtadas em diferentes bairros (Itaipava, Morin, Araras, Quarteirão Brasileiro, Castelânea e Bonfim). As coletoras são feitas de plástico rígido e tem capacidade para até uma tonelada. Ao longo do ano, quase 250 foram instaladas pelo Força Ambiental em toda cidade. Cada peça custa cerca de R$ 1,2 mil.Apenas uma das caçambas incendiadas é de metal (com capacidade para cinco toneladas), que custam R$ 2,2 mil.Ou seja, o prejuízo da empresa com esses atos de vandalismo é de quase R$ 9,4 mil.


Tel:  (24) 2242-1558

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